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Conheça os valores que acreditamos e preservamos na B16

Hoje eu quero partilhar com mais profundidade o que está por trás das palavras que formam os valores da Agência B16.

Antes de qualquer coisa, permita-me fazer uma pequena introdução.

O que são os valores de uma empresa?

São as crenças e atitudes que darão à determinada organização “sua cara”, sua identidade. Esses valores também pressupõem o conjunto de regras que os funcionários deverão cumprir em busca de obterem resultados positivos. Portanto, são também a ética por trás dos comportamentos empresariais.

“Portanto aqui na B16 não fazemos de tudo para ter resultados, temos algumas réguas (valores) que nos limita, não como algo que nos aprisiona, mas como uma cerca que impede uma pessoa de cair no abismo.” (Francisco Eugênio)

É muito importante não confundir valores com objetivos.

Os valores são o que motivam a existência de uma organização, são a filosofia da empresa, aquilo que justifica ela ser e funcionar de determinada maneira; já os objetivos são as metas e conquistas que essa empresa deseja alcançar.

Feita essa pequena introdução conheça os valores que acreditamos e preservamos na Agência B16!

B16: conheça nossos valores

🙏 Oração:

“Para nós cristãos, tudo parte sempre da oração, porque, sem ela, torna-se vazia a nossa ação e sem alma o nosso anúncio”. (Papa Francisco)

Essa citação do Papa Francisco transmite muito bem o significado que a oração ocupa em nosso meio. Não recorremos a ela somente como súplica; sabemos que sem ela cada planejamento, cronograma, arte e estratégia torna-se vazia, pois a oração é uma das tantas vias de nos encontrarmos com Deus.

🖥 Trabalho:

Acreditamos fielmente que Deus quer nos santificar também por meio do trabalho. Para muitos, o trabalho é visto como um castigo [Gn 3, 17 – 19], mas esquecem que o cuidar do Jardim do Éden foi o primeiro trabalho do homem [Gn 2, 15], ou seja, desde o início, trabalhar faz parte da missão da humanidade: pertence ao plano de salvação.

Esse tipo de pensamento influencia diretamente nas nossas ações fazendo com que nossa vida fique dividida por dois lados: um profissional e outro religioso. Isso é um grande erro.

“Não podemos dividir a nossa vida em duas dimensões, uma religiosa, que se desenvolve na Igreja, nas horas de oração e de encontros, e outra, que é a vida do trabalho, como se uma fosse sagrada e a outra profana. Não. Isso é um grave engano. Toda a nossa vida é sagrada, tanto a espiritual quanto a profissional. Nada é profano na nossa vida”. (Prof. Felipe Aquino)

🤲 Fé:

A fé move… a fé move a nossa equipe, levamos como algo essencial em nossa empresa. Trabalhar com nada que fira a moral e a ética cristã, só assim teremos condições de fazer Boas Obras.

“A fé que não vem acompanhada de obras: está totalmente morta.” [Tiago 2, 17]

Me diz o que difere um comunicador católico de um não católico? A sua graduação, suas habilidades, suas ferramentas? Não, a sua espiritualidade; isto é o que o diferencia: as suas obras e o seu olhar inclinado para o invisível.

Amor:

Gratidão por tudo que somos. Reconhecemos que tudo vem d’Ele e por isso desempenhamos o nossa trabalho de forma que honre a Nosso Senhor Jesus Cristo e a Santíssima Virgem Maria.

“A gratidão é o amor reconhecido.” [YOUCAT 59]

Pode parecer óbvio que uma empresa coloque entre seus valores a palavra amor, mas para nós cristãos o amor passa pela cruz. Com isso, buscamos trabalhar com o mesmo zelo também nos dias de cruzes, em gratidão a Cristo Jesus que nos redimiu por meio do madeiro da cruz.

👪 Família:

Eu brinco dizendo que na B16 só pode trabalhar quem tem vocação à família. De certa forma não deixa de ter verdade nisso.

Como leigos, somos chamados a estar atuando diretamente na sociedade, e uma forma bem assertiva é edificando uma boa família. A família é a célula base da sociedade.

Por isso, fazemos todo esforço para que o nosso trabalho não nos afaste da nossa casa, da educação dos nossos filhos e do convívio em comunidade (ecclesia/igreja), que é a nossa segunda casa.

“A Igreja vê a família como a primeira e a mais importante comunidade natural. A família tem direitos especiais e está no centro de toda a vida social. Ela é nomeadamente o lugar onde se origina a vida humana e o lugar onde crescem as primeiras relações interpessoais. A família forma o fundamento da vida, dela surgem todas as ordens sociais. Por causa deste enorme significado é que a Igreja vê a família como uma instituição divina.” [DOCAT 114]

Esse sem dúvidas é o valor mais difícil de se viver em qualquer empresa, pois quando citado geralmente é associado ao sentimento de família entre os colaboradores, que é muito benéfico, mas não se é feito em contra partida por retirar o convívio do mesmo com sua verdadeira família.

 

📘 Doutrina social:

Buscamos viver todos esses valores seguindo os ensinamentos da Doutrina Social da Igreja Católica.

“Os gestores e os empresários esforçam-se pelo sucesso financeiro da sua empresa. Ao lado dos seus legítimos interesses (em que se incluem os lucros), eles devem considerar a sua responsabilidade social: respeitar os justos anseios dos trabalhadores, fornecedores e clientes, assim como da sociedade em geral e do ambiente. [CIC 2432]

Quero agradecer imensamente por você chegar até o final desta leitura. Caso queira mais conteúdos como este e/ou queria deixar um feedback, comente abaixo.

Estamos unidos na oração e no trabalho!

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Lead: saiba o que é e para que serve sua gestão

O que é Lead?

Lead é uma oportunidade de negócio que forneceu suas informações de contato, como nome e email, em troca de uma oferta da empresa (um conteúdo educativo, por exemplo, ferramenta, avaliação. etc.).

Assim, um Lead é alguém que já demonstrou interesse no tema do seu negócio e que provavelmente gostaria de ouvir mais da sua empresa, tanto em termos de conhecimento quanto sobre ofertas de produtos/serviços.

Da mesma maneira, é alguém que poderia ser abordado por um membro da equipe comercial, desde que seja o momento certo para tal. A figura abaixo ilustra onde o Lead se encontra em um funil de vendas tradicional, e onde é a atuação de um programa de gestão de Leads:

Vale trazer o conceito do Stadium Pitch, do livro The Ultimate Sales Machine, uma das referências na área de Vendas. O autor (Chet Holmes) identificou que para um mercado qualquer, o momento de compra dos clientes forma quase que um padrão.

Segundo ele, apenas 3% do público está ativamente buscando opções e querendo comprar algo e cerca de 6-7% está aberto a propostas. Como alcançar um percentual maior da pirâmide e ao mesmo tempo gerar mais credibilidade?

É aí que entra a grande sacada do Stadium Pitch. Holmes convida os leitores para responder à seguinte pergunta:

“Imagine um estádio inteiro cheio com os seus potenciais clientes e que você tivesse a oportunidade de falar para todos eles por alguns minutos. O que você falaria?”

Grande parte das pessoas responde apresentando a história ou os benefícios do seu produto/serviço, ou seja, fazendo a venda direta. O problema é que basta começar a falar isso e 90% do público se levanta e vai embora.

Por esse motivo, o seu discurso – e inclua aí o seu blog, suas campanhas de email e publicações nas redes sociais – deve ser centrado em oferecer conteúdo útil para o cliente, independentemente do momento de compra que ele esteja.

É preciso falar algo interessante para que as pessoas continuem ouvindo. A geração de Leads vai ao encontro dessa estratégia. Se o site da sua empresa só tiver informações sobre seu produto/serviço, sua mensagem somente ressoará para aqueles 3% a 10% interessados.

Para não “desperdiçar” os outros 90%, sua empresa pode criar ofertas de valor para capturar as informações de contato dessas pessoas e, ao longo do tempo, nutri-las para tentar transformá-las em oportunidades e vendas.

Por que gerenciar Leads?

A gestão de Leads é um tema que faz parte da realidade de muitas empresas brasileiras, sendo uma estratégia indispensável para grande parte delas. Não à toa: se combinado com técnicas de atração, uma gestão de Leads bem feita tem poder de amplificar significativamente os resultados de negócio com Marketing Digital.

Com um trabalho bem feito de atração e conversão, as empresas que investem em Inbound Marketing invariavelmente caem em um “problema”: o que fazer com tantos Leads? Já que não podem/querem colocar a equipe comercial para entrar em contato com todos eles, a primeira reação geralmente é tentar spammear a base com suas ofertas de produtos.

Isso não só é arriscado por queimar o canal desnecessariamente, mas também é pouco eficiente: segundo pesquisa do Marketing Sherpa com uma grande variedade de empresas B2B, em média 73% dos Leads não estão prontos para a venda.

Por isso, para a área de Marketing só gerar Leads não é suficiente. É preciso ter um processo que ajude os Leads a descer cada vez mais no funil de vendas e “separe o joio do trigo”, entregando para a área de Vendas os Leads com o perfil certo e que já estão mais propensos a comprar a solução.

Esse processo parece complexo (de fato não é simples), mas esse “problema” da gestão de Leads só aparece quando já há um grande volume de geração de Leads e impossibilidade da área de Vendas dar conta de tantas oportunidades de forma produtiva.

Com informações de: https://resultadosdigitais.com.br


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Conheça algumas histórias sobre a origem da árvore de Natal e o dia certo para montá-la

A árvore de Natal é um dos símbolos mais populares das celebrações natalinas. Normalmente, pode ser um pinheiro ou até mesmo uma artificial (feita de plástico e com várias cores diferentes). Seguindo a tradição, as famílias enfeitam a árvore com objetos que simbolizam o Natal (como bolas de várias cores, pinhos, neve artificial, etc.) e luzes coloridas.

Há várias tradições que explicam sua origem. De acordo com pesquisadores das tradições cristãs, a montagem de árvore de Natal teve início no ano de 1530, na Alemanha, com Martinho Lutero. Numa determinada  noite, enquanto andava pela floresta, Lutero ficou impressionado com os lindos pinheiros cobertos de neve. As estrelas do céu ajudaram a formar a imagem que Lutero reproduziu com galhos de árvore em sua residência. Além das estrelas, algodão e outros ornamentos, Lutero usou velas acesas para mostrar aos seus familiares a linda cena que havia visto na floresta.

Há uma outra teoria que remonta ao século VIII, a qual diz que o monge beneditino São Bonifácio tentou acabar com uma crença pagã que havia na Turíngia, para onde fora como missionário. Com um machado cortou um pinheiro sagrado, que os locais adoravam no alto de um monte, e como teve insucesso na erradicação da crença, decidiu associar o formato triangular do pinheiro à Santíssima Trindade e suas folhas resistentes e perenes à eternidade de Jesus, nascendo assim a Árvore de Natal.

Uma terceira tradição remonta à Idade Média. Diante das igrejas – como prelúdio das festas de natal – era encenada a história do pecado original, cujo centro estava na árvore da tentação e no seu fruto (a maçã), que na noite de Natal reconquistavam a dignidade perdida, isto é, aquela paradisíaca. Estas encenações deram à árvore de natal o seu significado cristão.

Nas encenações diante das igrejas se colocavam nas árvores maçãs para lembrar da história de Adão e Eva no paraíso. Mais tarde, as maças foram substituídas pelas bolas de vidro que usamos ainda hoje.À medida que a árvore passou das praças às casas, como se pode ver em certas descrições de árvores do século XVII, começou-se a pendurar na árvore, junto com as maçãs, também a hóstia (certamente não consagrada). Com isso procurava-se transmitir a mensagem de que depois da maçã, que levou o homem ao pecado e à morte, vem a hóstia, a Eucaristia que doa graça e vida.

Depois começaram a ser usados outros símbolos para decorar a árvore. Conta-se que em Estrasburgo usavam-se rosas, cortadas em papel colorido, lembrando Isaías 11,1, que diz que do tronco de Jessé brotará um rebento, além de placas douradas, que se movimentavam e provocavam pequenos barulhos, lembrando os dons trazidos pelos reis magos.

Não se sabe exatamente em qual cidade ela tenha surgido. Durante o século XIX a prática foi levada para outros países europeus e para os Estados Unidos. Apenas no século XX essa tradição chegou à América Latina.

Qual o dia correto para montar a árvore de natal?

O dia para montar a árvore de Natal varia em cada país. No Brasil, é no primeiro domingo do advento, data que começa exatos quatro finais de semana antes de 25 de dezembro.

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Instagram para católicos – Lançai as redes

Influência do Instagram

Inicialmente o Instagram era uma rede completamente baseada em fotografias acompanhadas de pequenos textos. Atualmente é uma rede complexa que integra fotos, vídeos, transmissões ao vivo, e-commerce e muita interação. Foi criada em 2010 pelo brasileiro Mike Krieger e o americano Kevin Systrom, pertencendo hoje ao Facebook. A rede social já possui mais de 1 bilhão de membros ativos.

No Brasil, são 69 milhões de usuários em 2019 e possui o maior índice de engajamento entre as redes sociais. Não está convencido do sucesso da rede? Confira alguns dados da pesquisa realizada pela empresa Opinion Box no Brasil, publicada em julho deste ano:

  •  70% dos entrevistados disse ter uma conta e acessar a rede social;
  •  67% dos entrevistados acessam o Instagram várias vezes ao dia;
  •  47% prevê que vai usar cada vez mais o Instagram, nos próximos 12 meses consecutivos à pesquisa;

Em relação aos hábitos de consumo, 63% diz gostar muito de stories, 34% os publica ao menos uma vez ao dia e 77% assiste diariamente. Ainda assim, a maioria (63%) posta mais fotos e vídeos no feed.

Católicos e o Instagram

Vamos mostrar para vocês alguns perfis católicos com maior alcance na plataforma. Separamos em algumas categorias para ficar mais fácil a visualização.

  • Clero

1)      Padre Fábio de Melo – 16,8 milhões de seguidores

2)      Papa Francisco – 6,3 milhões de seguidores

3)      Padre Marcelo Rossi  – 3,2 milhões de seguidores 

  • Comunidades Católicas

1)      Comunidade Canção Nova – 1,8 milhões de seguidores

2)      Comunidade Colo de Deus – 483 mil seguidores

3)      Comunidade Shalom – 245 mil seguidores 

  • Bandas Católicas

 1)      Rosa de Saron – 481 mil seguidores

2)      Missionário Shalom – 211 mil seguidores

3)      Anjos de Resgate – 157 mil seguidores

  • Cantores Católicos

 1)      Tony Alysson – 593 mil seguidores

2)      Thiago Brado – 486 mil seguidores

3)      Eliana Ribeiro – 450 mil seguidores

  •  Empresas Católicas

1)      Loja Canção Nova – 366 mil seguidores

2)      Minha Biblioteca Católica – 141 mil seguidores 

3)      Tecido do Céu – 92 mil seguidores

Esses são apenas alguns perfis católicos que tem usado o Instagram para evangelizar e muitos outros tem feito esse trabalho. Essa rede social pode ser uma ótima ferramenta para atrair pessoas – principalmente jovens – para a Igreja. E não só atrair, mas manter os que já estão inseridos, por meio de conteúdo relevante que ajude as pessoas a se elevarem em virtude e conhecimento da Santa Igreja.

Como exemplo, temos o beato Carlo Acutis, que utilizou suas habilidades informáticas, colocando-as a serviço do Evangelho e da Igreja, por meio de um site dedicado aos milagres eucarísticos e à vida dos santos. Por meio da Internet, Carlo levou Jesus para as pessoas e pode ser considerado como um modelo de referência para quem trabalha no mundo da comunicação social.

Agora que você já sabe como essa rede pode ser um meio super eficaz, vem a pergunta: Eu devo ter uma conta para evangelizar? Para começar é preciso fazer uma avaliação. Antes de sair abrindo uma conta no Instagram para a sua paróquia, grupo de oração ou até uma conta pessoal ou empresarial, pare e pense com o auxílio de muita oração, pesquisa e profissionais da área.

Se, após feita uma avaliação, você chegou a uma conclusão positiva, então se prepare: o Instagram será uma ótima ferramenta de evangelização. Confira também nas postagens do blog sobre a importância do marketing de conteúdo, que é muito relevante para o engajamento dos seus seguidores.

Caso você queira uma ajuda profissional para auxiliar no mundo digital, preencha com seus dados este formulário.

 Comente abaixo qual o instagram católico você mais gosta!

Estamos unidos na oração e no trabalho!