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Empresários cristãos devem ter “sentido de missão”

Universidade Católica Portuguesa em Lisboa acolheu o 26.º Congresso Mundial da União Internacional Cristã dos Dirigentes de Empresas (Uniapac), centrado no tema ‘O negócio como uma nobre vocação’.

Domingos Pinto – Lisboa

“O nosso desafio é estar no mundo, sem ser do mundo, para transformar o mundo, e este é um modelo que nos torna mais exigentes”.

Declarações à VATICAN NEWS de João Pedro Tavares, presidente da Associação Cristã de Gestores e Empresários em Portugal, que acolheu de 22 a 24 de novembro em Lisboa o 26.º Congresso Mundial da União Internacional Cristã dos Dirigentes de Empresas (Uniapac).

Uma vocação que deve ser vivida “com sentido de missão, centrada no longo prazo, na criação de valor, na justa distribuição de valor, na defesa da dignidade da pessoa humana, na promoção do bem comum,” diz aquele responsável que defende uma mudança da “matriz base do sistema financeiro”.

“A realidade social e a inclusividade são realidades que têm de fazer parte do mundo dos negócios”, explica João Pedro Tavares que cita o Papa Francisco para dizer que “a ética está nas pessoas, não está na tecnologia”.

Numa mensagem enviada aos cerca de 450 empresários, cristãos e não cristãos que participaram no congresso, o Papa saudou a iniciativa e pediu aos empresários para “serem fiéis” à sua “vocação e missão”.

Isto “implica manter um equilíbrio delicado entre inovação e competitividade e ao mesmo tempo o progresso em ordem ao bem comum, à dignidade humana e ao uso apropriado dos recursos naturais”, precisa o papa.

Por sua vez, o Presidente da República Portuguesa, Marcelo Rebelo de Sousa, enviou uma vídeo-mensagem aos congressistas na qual sublinha que “promover a dignidade da pessoa no meio empresarial implica uma atenção constante ao mérito, à promoção da equidade e da justiça, mas também da competência, do sentido do serviço dos outros”.

A abertura dos trabalhos contou também com uma intervenção gravada do Cardeal Peter Turkson, Presidente do Dicastério para a Promoção do Desenvolvimento Humano Integral, da Santa Sé.

Aquele prelado defendeu que o “capital” financeiro só será verdadeiramente uma mais-valia se chamar “à livre responsabilidade de ajudar os mais pobres”.

A União Internacional Cristã dos Dirigentes de Empresas atribuiu ainda neste congresso o prémio ‘Negócio como uma nobre vocação” ao filipino Ramon del Rosario, por um projeto que privilegia o apoio às populações carenciadas daquele país.

O próximo congresso da Uniapac vai ter lugar nas Filipinas em 2021, revelou em Lisboa o presidente daquele organismo, Rolando Medeiros, que destacou a relevância do evento “acontecer durante as comemorações dos 500 anos da evangelização cristã das Filipinas”.

Fonte: https://www.vaticannews.va/pt/igreja/news/2018-11/empresario-cristaos-portugal.html
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Por que B16? – 9 Dicas de como escolher o nome para sua empresa

“Foi um longo período de escolha para o nome da nossa agência, queríamos um nome que definisse nossa história enquanto uma empresa cristã, pois o nome diz diretamente sobre a identidade e a missão.”

No briefing, queríamos um nome fácil de lembrar, por isso tinha que ser curto, que seja comum no meio cristão mas que não soasse estranho no meio secular, pois afinal queremos estar no meio da sociedade trabalhando como autênticos cristãos, daí que veio a ideia de buscar por abreviações.
Dentre tantas sugestões lembramos do nosso amigo o Papa Emérito Bento XVI.
Os fundadores da Agência B16 tem em suas histórias pessoais um grande carinho pelo pontificado do Papa Bento XVI, mas o ponto central que os fez decidir pelo nome foi lembrar que este papa contrariando o que alguns diziam sobre ele, foi o primeiro pontífice a entrar em uma rede social, mostrando algo que defendemos muito, a utilização dos novos meios de comunicação em prol da evangelização.

Para explicar melhor todo o contexto da criação de um name separamos 9 dicas que nos ajudou a definir o nome da nossa agência.

 

Escolher um bom nome para a empresa é essencial para que sua marca seja lembrada com facilidade pelos clientes. Mas chegar a um bom nome não é uma tarefa fácil.

O nome molda a identidade do negócio. Em tese, é como decidir como uma criança vai se chamar. É algo permanente, que dura para a vida toda. Por isso é preciso analisar várias opções com calma até chegar à melhor escolha.

1 – Seja claro
Tanto o som quanto a sensação que o nome do seu negócio transmite devem sugerir exatamente o que a sua marca é. Por exemplo: um nome como “NhamNham” sugere algo relacionado à comida. Portanto, não é uma boa marca para um negócio de finanças. O nome se tornaria confuso e desencorajador. Uma empresa de finanças deveria usar um nome relacionado a números, planilhas, livros.

2 – Faça o nome vender a identidade da marca
Além de ser claro, o nome precisa ser descritivo. Deve transmitir informação sobre o ramo da empresa, a atitude, os objetivos. Mas isso não significa que o nome precisa ser literal ao produto ou serviço, mas deve captar a essência, a experiência e os benefícios da marca. A Amazon, por exemplo, escolheu um nome que sugere algo grande e abrangente.

3 – Crie um nome fácil de lembrar
O cérebro humano não é muito bom para guardar nomes porque guarda essas informações na memória de curto prazo. É como se nossa cabeça fosse um computador que trabalha com muitas informações simultâneas por um tempo, com uma série de janelas abertas. Uma hora o sistema trava e esquecemos coisas. Para ser facilmente lembrado, o nome precisa estar relacionado a uma sensação, atitude, um sentimento. Assim o cérebro terá facilidade para memorizar. Escolha um nome que seja curto, único e com sons familiares às pessoas.

4 – O nome deve ser curto
Embora a capacidade de armazenamento do cérebro seja considera ilimitada, há sempre um problema para armazenar, processar e reter tanta informação. Por isso, não queime o cérebro de seus clientes. Nomes curtos são mais fluidos e fáceis. Exemplos? Uber, Apple, IBM, B16.

5 – Escolha um nome fácil de soletrar
Não crie um nome que seja uma variável de uma palavra simples, mas com letras diferentes (como w, y, k). Isso só vai confundir as pessoas no momento de soletrar. Casos assim só valem quando a palavra for completamente nova.

6 – De olho nas tendências
Se o intuito for atingir um público antenado, o nome pode dar uma sensação de tendência. Mas é preciso tomar cuidado para que a marca não se torne completamente datada no futuro. O nome precisa continuar bom daqui a cinco anos. Além disso, é importante procurar um nome com um domínio disponível na internet.

7 – Seja único
Quando uma marca entra em um mercado, compete com outras para ser lembrada pelas pessoas. Se falha ao captar a atenção, certamente enfrenta problemas. São as características únicas que reforçam a identidade.

8 – Apelo com o público-alvo
Um nome precisa ser atraente para o público-alvo da marca. Para chegar ao nome ideal, é preciso entender a linguagem usada pelo público que deve ser alcançado. Qual é o estilo das pessoas? Quantos anos elas têm? Qual é o salário e a educação? Qual é o nível de sofisticação?

9 – Uma marca para sempre
O nome precisa ser maior que você. É algo que vai durar por gerações, que pode ser revolucionário e ter efeito em uma geração toda. Por isso não deveria estar ligado ao nome de uma pessoa. Walt Disney é uma das poucas exceções em que um nome de uma pessoa se manteve por muito tempo.

 

Fonte: Adaptado da Revista PEGN